Brasília

Eita nostalgia,
quanta saudade daquele tempo,
aqueles bares, amigos, mulheres,
aqueles tempos, aquelas viagens.

Saudades da velha cidade,
saudade dos velhos tempos,
caminhadas pelas madrugadas,
o sonho vivo, leve e volátil da juventude.

Conversas, amizades, sonhos, esperança
o espírito de simplista do ‘foda-se’
e a falta total da noção do valor do presente..
(infelizmente essa noção só vem com o tempo)

Saudades daquela inocência que não volta
e que pintava tudo daquela cor sem nome,
aquele aspecto cinza e eterno do concreto.
(e segue em paz o aprendizado lento e gradual)
(8/5/6)