Tenho que me livrar de velhos fantasmas.
Teias de aranha que insistem em ficar grudadas.
Pelos cantos. Todos os cantos.
Sanguessugas de vida e esperança.
Tenho que jogar toda essa tralha no lixo.
Tem horas que a reciclagem é impossível.
E mesmo que fosse possível, não seria aconselhável.
Tem horas que o melhor é deixar tudo pra traz mesmo.
Enquanto isso fica só a teoria, vivo nesse emaranhado.
Em meio a mil nós cegos.
Superbonder em lágrimas brilhantes.
Tudo bem meio a esse indescritível mozaico hipotérmico.
Quase congelante. Viagem no tempo, sempre pro futuro..
E os espirais na parede permanescem estáticos por alguns momentos.
É quando o limite entre o que eu quero que exista e o inadmissível se rompe.
E depois desse limite, lamento informa-lhes senhores passageiros, mas
depois desse limite, não há mais nada por ser observado…
nada além da vida, em sí e pura..
(11/6/7 - 19h46)
Pelos cantos. Todos os cantos.
Sanguessugas de vida e esperança.
Tenho que jogar toda essa tralha no lixo.
Tem horas que a reciclagem é impossível.
E mesmo que fosse possível, não seria aconselhável.
Tem horas que o melhor é deixar tudo pra traz mesmo.
Enquanto isso fica só a teoria, vivo nesse emaranhado.
Em meio a mil nós cegos.
Superbonder em lágrimas brilhantes.
Tudo bem meio a esse indescritível mozaico hipotérmico.
Quase congelante. Viagem no tempo, sempre pro futuro..
E os espirais na parede permanescem estáticos por alguns momentos.
É quando o limite entre o que eu quero que exista e o inadmissível se rompe.
E depois desse limite, lamento informa-lhes senhores passageiros, mas
depois desse limite, não há mais nada por ser observado…
nada além da vida, em sí e pura..
(11/6/7 - 19h46)